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Peptídeo — Panorama da pesquisa

Por Redação · publicado 2026-07-20 · última revisão 2026-08-01 · Guide

Se você tem lido sobre Peptídeo e quer uma única página com o essencial — definições, contexto, como se estuda e as perguntas recorrentes — é esta.

Revisado em 2026-08-01. O que continua em debate é marcado como tal.

Contexto

1737: Émilie du Châtelet apresentou à Academia Francesa de Ciências sua Dissertation sur la nature et la propagation du feu. No trabalho, propôs testar se cores diferentes da luz produziam quantidades diferentes de aquecimento, questão posteriormente relacionada à descoberta da radiação infravermelha. 1804: John Leslie publicou An Experimental Inquiry into the Nature and Propagation of Heat, no qual empregou cubos com superfícies diferentes para estudar a emissão de calor radiante, aparelho que ficou conhecido como cubo de Leslie. 1830: Leopoldo Nobili publicou a descrição de seu termomultiplicador, um detector baseado em termopilha. Década de 1830: Macedonio Melloni, trabalhando inicialmente com Nobili e depois prosseguindo sozinho, usou termopilhas sensíveis para estudar o calor radiante. Seus experimentos examinaram reflexão, refração, absorção seletiva e polarização da radiação térmica. 1840: John Herschel produziu uma das primeiras imagens térmicas, que chamou de termógrafo do espectro. 1859–1860: Gustav Kirchhoff formulou a lei da radiação térmica, relacionando a capacidade de emissão e de absorção de corpos em equilíbrio térmico. 1873: Willoughby Smith descobriu a fotocondutividade do selênio. 1876: William de Wiveleslie Abney publicou na revista Nature experimentos com materiais fotográficos sensíveis à região vermelha e "ultravermelha" do espectro, ampliando o registro fotográfico para comprimentos de onda além do visível. 1878: Samuel Pierpont Langley desenvolveu o bolômetro, capaz de medir pequenas variações de temperatura produzidas por radiação incidente.

Fontes: pt.wikipedia.org

Mecanismo de ação

1879: Josef Stefan formulou empiricamente a relação depois conhecida como lei de Stefan–Boltzmann, na qual a potência total irradiada por um corpo negro é proporcional a T4. 1896–1905: Wilhelm Wien obteve uma lei espectral que funcionava bem em comprimentos de onda menores, enquanto Lord Rayleigh e James Jeans desenvolveram a lei de Rayleigh-Jeans, adequada ao limite de grandes comprimentos de onda. A lei clássica de Rayleigh-Jeans diverge quando o comprimento de onda tende a zero, problema que ficou conhecido como catástrofe do ultravioleta. 1892: Willem Henri Julius publicou espectros infravermelhos de vinte compostos orgânicos medidos com um bolômetro e expressos em unidades de deslocamento angular. 1900–1901: Max Planck formulou a lei da radiação de corpo negro introduzindo a quantização das trocas de energia, eliminando a divergência prevista pela teoria clássica. 1905: Albert Einstein desenvolveu a teoria quântica do efeito fotoelétrico. 1905–1908: William Coblentz publicou espectros infravermelhos de diversos compostos químicos em função do comprimento de onda em Investigations of Infra-Red Spectra. 1917: Theodore Case desenvolveu um detector fotocondutor de sulfeto de tálio, um dos primeiros detectores fotônicos de infravermelho. 1933: Edgar W. Kutzscher desenvolveu detectores fotocondutores de sulfeto de chumbo, PbS, sensíveis até aproximadamente 3 µm. Detectores de sais de chumbo foram desenvolvidos para aplicações militares nos anos seguintes e durante a Segunda Guerra Mundial.

Fontes: pt.wikipedia.org

Estado das pesquisas

1938: Yeou Ta propôs o uso do efeito piroelétrico na detecção de radiação infravermelha. 1945: o Zielgerät 1229 "Vampir", um sistema ativo de infravermelho próximo para armas leves, foi usado em pequena escala pela Alemanha no fim da Segunda Guerra Mundial. 1952: Heinrich Welker preparou materiais semicondutores do grupo III-V, entre eles InSb, que viria a ser usado em detectores infravermelhos. Décadas de 1950 e 1960: Fred E. Nicodemus, G. J. Zissis, R. Clark e outros pesquisadores trabalharam na nomenclatura e nas grandezas radiométricas usadas na área, enquanto Robert Clark Jones desenvolveu parâmetros de desempenho de detectores, entre eles D*. 1956: a versão inicial de produção do AIM-9 Sidewinder, o AIM-9B, entrou no inventário da Força Aérea dos Estados Unidos com guiamento infravermelho. A família Falcon, desenvolvida em variantes de radar e infravermelho, também entrou em serviço em meados da década de 1950. 1959: W. D. Lawson, S. Nielsen, E. H. Putley e A. S. Young publicaram a preparação e as propriedades de cristais mistos de HgTe-CdTe, material posteriormente conhecido como telureto de mercúrio e cádmio, que se tornou um dos principais materiais para detectores infravermelhos. 1962: foram produzidos os primeiros detectores de HgCdTe, e J. Cooper demonstrou um detector térmico piroelétrico de resposta rápida. 1964: W. G. Evans publicou a identificação de receptores infravermelhos em Melanophila acuminata.

Fontes: pt.wikipedia.org

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Uso e manuseio

Década de 1960: sistemas comerciais de formação de imagens infravermelhas tornaram-se disponíveis, enquanto programas militares de visão noturna impulsionaram o desenvolvimento de detectores e matrizes. 1969: Willard Boyle e George Smith conceberam o CCD nos Bell Labs. O primeiro esboço do dispositivo data de 8 de setembro de 1969, e os primeiros trabalhos foram publicados no ano seguinte. 1973: o Night Vision Laboratory do Exército dos Estados Unidos iniciou o Common Module Program. 1979: o Infrared Telescope Facility da NASA iniciou operações em Mauna Kea, no Havaí, ampliando a capacidade de observação astronômica terrestre no infravermelho. 2013: pesquisadores conectaram um detector infravermelho montado na cabeça de ratos a eletrodos implantados no córtex somatossensorial. Os animais aprenderam a usar o novo sinal para localizar fontes de infravermelho de 940 nm, mostrando que uma neuroprótese podia ampliar a faixa de informações sensoriais usada por mamíferos adultos.

Fontes: pt.wikipedia.org

Perguntas frequentes

O que é Peptídeo?

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No que observar com Peptídeo?

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